{"id":1170,"date":"2023-04-16T21:48:45","date_gmt":"2023-04-16T21:48:45","guid":{"rendered":"https:\/\/tirinha.com\/antonio-diaz-mola-o-amor-e-o-que-salva-qualquer-livro-do-esquecimento\/"},"modified":"2023-04-16T21:48:45","modified_gmt":"2023-04-16T21:48:45","slug":"antonio-diaz-mola-o-amor-e-o-que-salva-qualquer-livro-do-esquecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tirinha.com\/pl\/1170\/antonio-diaz-mola-o-amor-e-o-que-salva-qualquer-livro-do-esquecimento\/","title":{"rendered":"Antonio D\u00edaz Mola: \u201eMi\u0142o\u015b\u0107 ratuje ka\u017cd\u0105 ksi\u0105\u017ck\u0119 od zapomnienia\u201d"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea se interessa por literatura e desenho desde cedo, mas s\u00f3 aos 20 anos \u00e9 que come\u00e7a a escrever como tal.  De onde vem essa necessidade de escrever?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Tudo remonta ao ensino m\u00e9dio.  Eles me puniram muito.  Repeti primeiro e segundo de ESO e em terceiro enlouqueci.  A op\u00e7\u00e3o que tiveram foi n\u00e3o entrar na aula para n\u00e3o atrapalhar o desenvolvimento normal.  Trancaram-me na biblioteca e ali a \u00fanica coisa que tinha eram os livros \u00e0 minha volta e, abrindo m\u00e3o daquela leitura, estava a assumir que o tempo que tinha pela frente seria impar\u00e1vel.  eu comecei a ler <em>Lazarillo de Tormes<\/em> e mais alguns livros at\u00e9 pegar gosto por eles.  Esse gosto, semente pela leitura nasce a\u00ed.<\/p>\n<p><strong>A:<\/strong> N\u00e3o, nunca.  A poesia \u00e9 o que melhor se adapta ao meu temperamento.  Ela \u00e9 muito espont\u00e2nea e capta momentos espec\u00edficos.  Um romance requer uma disciplina que n\u00e3o posso fornecer.<\/p>\n<p><strong>A:<\/strong> A poesia tem uma conex\u00e3o com os processos da sua vida.  N\u00e3o \u00e9 que eu escreva um di\u00e1rio, mas ao escrever poesia estou reconhecendo minha pr\u00f3pria express\u00e3o e pouco distante do meu dia a dia.  Portanto, no fundo meu plano com a poesia \u00e9 o reconhecimento de quem eu sou.<\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Pff&#8230; bem olha, eu te diria duas que s\u00e3o fundamentais.  O primeiro de tudo \u00e9 ser leitor, pois acredito que sem leitura n\u00e3o h\u00e1 escrita.  Aquele b\u00e1sico.  A segunda seria a capacidade de observar.  Ou seja, se voc\u00ea estiver caminhando com alguns amigos e parar pr\u00f3ximo a uma \u00e1rvore porque viu algo incomum, pare mesmo que seus amigos estejam se afastando.<\/p>\n<p><strong>P: Por que todos hoje em dia parecem escrever poesia ou se interessam por ela?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A:<\/strong> Acho que \u00e9 pelas redes sociais, porque antes todo mundo escrevia alguma coisa, mas as redes com proje\u00e7\u00e3o avassaladora e informa\u00e7\u00e3o cont\u00ednua (dia ap\u00f3s dia) nos fazem ver uma s\u00e9rie de escritas, estilos e poses.  Na verdade, talvez eles j\u00e1 existissem antes, mas n\u00e3o tinham esse alto-falante.  Outra op\u00e7\u00e3o \u00e9 que um certo status seja visto na poesia e como uma esp\u00e9cie de entrada em um clube social, sendo \u201clegal\u201d, tendo aquele t\u00edtulo de \u201cpoeta\u201d.<\/p>\n<div>\n<h3><em>Apostasia<\/em>XII Pr\u00eamio RNE de Poesia Jovem e Pr\u00eamios Liter\u00e1rios<\/h3>\n<p><strong>P: Voc\u00ea sobe em 2020 com nada mais e nada menos que o Pr\u00eamio RNE de Poesia Jovem.  J\u00e1 se passaram 3 anos desde ent\u00e3o.  Conte-nos como foi sua rea\u00e7\u00e3o ao receber a liga\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Bem, muito feliz, porque embora os pr\u00eamios causem uma briga, uma agita\u00e7\u00e3o, uma intriga.  Embora haja a possibilidade de publicar sem pr\u00eamios, sendo reconhecido com um, o benef\u00edcio para o escritor \u00e9 que ter\u00e1 um certo interesse cr\u00edtico, se espalhar\u00e1 com certo prest\u00edgio e no final \u00e9 uma vitrine importante.  Agora, voc\u00ea n\u00e3o deve ficar obcecado com um pr\u00eamio porque ganhar um j\u00e1 \u00e9 muito.  O normal \u00e9 n\u00e3o ganhar nada.<\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea sentiu impostura ou medo ao trabalhar em trabalhos futuros?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>N\u00e3o, sim, \u00e9 exigente porque sei \u2014 com a humildade que \u00e9 preciso diz\u00ea-lo \u2014 que \u00e9 um livro que mant\u00e9m uma linha regular.  Agora o que escrevo tem que superar <em>Apostasia<\/em>.  \u00c9 assim que eu exijo.  Ent\u00e3o, n\u00e3o vejo a impostura.  Tamb\u00e9m n\u00e3o vejo outros fatores, mas vejo a exig\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>P: <em>Apostasia<\/em> significa abandonar publicamente uma religi\u00e3o.  Por que esse t\u00edtulo?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Porque \u00e9 uma rejei\u00e7\u00e3o de uma f\u00e9.  Eu estive em comunidades, c\u00edrculos da igreja por cerca de 3-4 anos e l\u00e1 eu vi uma impostura e um enigma atrav\u00e9s da verbosidade barata, onde a fuma\u00e7a era vendida  [sonr\u00ede].  Eu queria enfrentar isso.  Sendo um c\u00edrculo onde ele n\u00e3o pertencia, ele queria atac\u00e1-lo e criar algum tipo de luta.  Talvez inutilmente, mas aquele motivo de escrever me seduziu.<\/p>\n<p><strong>P: \u00c9 uma cole\u00e7\u00e3o l\u00edrica de poemas.  Voc\u00ea sempre trabalhou mais o r\u00edtmico do que o tem\u00e1tico. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Aconteceu aleatoriamente.  Quanto \u00e0 t\u00e9cnica, gosto do ritmo do hendecass\u00edlabo e tal.  Mas os conte\u00fados eram por blocos e sem planejamento, que \u00e9 como \u00e0s vezes as coisas acontecem.  Enfrentei a figura de Deus, depois brinquei de alternar os mandamentos e j\u00e1 eram duas se\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>P: E na terceira voc\u00ea introduz o amor. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Claro, amor porque apesar de toda aquela rejei\u00e7\u00e3o dos blocos anteriores, n\u00e3o queria que fosse um livro de \u00f3dio.  Eu queria colocar aquele ar fresco.  O amor \u00e9 o que salva qualquer livro do esquecimento.<\/p>\n<p><strong>P: No n\u00edvel tem\u00e1tico encontramos aquela presen\u00e7a de Deus, que tamb\u00e9m est\u00e1 ligada ao pr\u00f3prio t\u00edtulo.  A religi\u00e3o sempre chamou sua aten\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Bom, como fen\u00f4meno cultural sim.  Antropologicamente, essa necessidade de ancorar um pouco nossas ideias de mundo em uma transcend\u00eancia.  Das cidades agr\u00edcolas, nos m\u00ednimos detalhes, certo?  Isso me interessa como pensamento cultural, humano.  Sua est\u00e9tica e sua magia.<\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea escreve: \u201cMinha f\u00e9 est\u00e1 no poema com oxig\u00eanio \/ poder me sentir vivo \/ olhar para cima da p\u00e1gina\u2026\u201d.  Que cole\u00e7\u00e3o de poemas voc\u00ea leu ultimamente fez voc\u00ea n\u00e3o querer levantar os olhos da p\u00e1gina?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong><em>canto c\u00f3smico<\/em>por Ernesto Cardenal<strong>. <\/strong><\/p>\n<p><strong>P: Se voc\u00ea pudesse escolher apenas dois t\u00f3picos para sempre escrever.  Qual seria?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>[Suspira y sonr\u00ede]  Eu diria um deles: o amor.  Um amor sem sentimentalismo, porque a poesia na realidade que se constr\u00f3i quando se escreve, j\u00e1 se escreve para uma determinada voca\u00e7\u00e3o e j\u00e1 existe amor a\u00ed.  Ent\u00e3o, como h\u00e1 uma predisposi\u00e7\u00e3o para escrever sobre isso.  Medir-se com a medida do amor em um peda\u00e7o de papel torna algu\u00e9m grande.  E ent\u00e3o eu n\u00e3o poderia te dizer o tema, mas o conceito;  uma poesia contemplativa  Ou seja, algo curto como um sopro.<\/p>\n<h3>Influ\u00eancia da literatura latino-americana e pr\u00eamios liter\u00e1rios<\/h3>\n<p><strong>P: Influ\u00eancia da literatura latino-americana sobre voc\u00ea.  O que isso lhe deu?  Sei que voc\u00ea admira muito a vida de Bola\u00f1os, suas calamidades.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>A autenticidade de viver ao ar livre.  A novela <em>os detetives selvagens<\/em> de Bola\u00f1o \u00e9 viajar pelo M\u00e9xico, viver intensamente, um sentido idealista de revolu\u00e7\u00e3o expressiva e enfrentar tudo, arrebatar.  Gosto muito desse esp\u00edrito combativo na escrita.  Depois, destaque tamb\u00e9m Ernesto Cardenal, porque acho que como obra monumental, <em>canto c\u00f3smico<\/em>, n\u00e3o tem rivais.  O argentino Juan Gelman me parece bestial.  No plano de estudos da faculdade, por exemplo, tem Cort\u00e1zar, Borges, Bioy Casares.  \u00c9 que, afinal, 90% da literatura em espanhol est\u00e1 na Am\u00e9rica e voc\u00ea tem que ir para l\u00e1 necessariamente.<\/p>\n<p><strong>P: Quais autores latino-americanos tiveram influ\u00eancia direta em sua poesia ou obra po\u00e9tica?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>A princ\u00edpio, Bola\u00f1o como porta de entrada.  A\u00ed eu fiquei independente e entrou o Gelman, o Borges.  Pff&#8230; sua sabedoria parece \u00fanica para mim.<\/p>\n<p><strong>P: Voc\u00ea acompanha o que est\u00e1 sendo feito na Am\u00e9rica Latina em n\u00edvel po\u00e9tico?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>N\u00e3o muito, mas porque n\u00e3o vejo que haja uma ponte muito clara.  O que encontro e descubro \u00e9 atrav\u00e9s das redes e atrav\u00e9s de voc\u00eas, que talvez falem de algu\u00e9m, mas pouco mais.<\/p>\n<p><strong>P: Por que voc\u00ea acha que as vozes po\u00e9ticas latino-americanas s\u00e3o t\u00e3o ignoradas, porque a mesma coisa certamente n\u00e3o acontece na narrativa?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Talvez sejamos culpados de individualismo, olhamos para o nosso umbigo e nem sequer lemos o nosso parceiro.  Mas olha, as duas \u00faltimas edi\u00e7\u00f5es da Loewe, tem dois poetas de l\u00e1 que s\u00e3o grandes.  H\u00e1 uma descoberta, mas n\u00e3o \u00e9 inteiramente porque j\u00e1 se faz poesia a\u00ed.  Permite criar consci\u00eancia de gera\u00e7\u00e3o.  Esta quest\u00e3o \u00e9 t\u00e3o complexa, abrangendo quest\u00f5es pol\u00edticas, econ\u00f4micas e editoriais que est\u00e3o completamente al\u00e9m de mim.<strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>P: Os pr\u00eamios liter\u00e1rios s\u00e3o t\u00e3o importantes?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>[Sonr\u00ede]  Eu creio que n\u00e3o.  \u00c9 verdade que todos n\u00f3s nos aplicamos a algum em nossa vida.  \u00c0s vezes eles saem e \u00e0s vezes n\u00e3o.  O normal \u00e9 que n\u00e3o saiam, mas isso n\u00e3o te torna mais ou menos.  No final das contas, o que defende seu trabalho \u00e9 o livro em suas m\u00e3os.  A premia\u00e7\u00e3o \u00e9 consequ\u00eancia (ou n\u00e3o) de uma boa a\u00e7\u00e3o.  Voc\u00ea n\u00e3o precisa enlouquecer ou sentir a inveja que sente ou as guerras.  Essas birras de adolescente que \u00e9 como se sua m\u00e3e n\u00e3o lhe desse a sobremesa que voc\u00ea n\u00e3o quer.<\/p>\n<p><strong>P: Muitos poetas que entrevistei prop\u00f5em que mais bolsas art\u00edsticas e menos pr\u00eamios sejam gerados.  Que alternativas prop\u00f5e aos pr\u00e9mios?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>\u00c9 uma op\u00e7\u00e3o, claro.  Por\u00e9m, acho que os pr\u00eamios v\u00e3o continuar por a\u00ed e as bolsas nem tanto.  No final, o pr\u00eamio \u00e9 certo: voc\u00ea seleciona um j\u00fari, s\u00e3o 300 trabalhos e o melhor, que costuma ser o \u201cmelhor\u201d vai \u00e0 venda e \u00e9 um bom livro.  Em uma bolsa de estudos: como voc\u00ea mede essas bolsas?<strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p><strong>P: O que voc\u00ea acha que \u00e9 o melhor da poesia juvenil espanhola atual?  E o pior?<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Come\u00e7ando pelo pior, eu diria que falta compreens\u00e3o.  Talvez a por\u00e7\u00e3o do bolo a que aspiramos seja pequena e quem a consegue, as pessoas que n\u00e3o a obt\u00eam, a tomam como inimiga.  O pior se resume a gostar daquela seita, certo?  Existem na Espanha como ilhotas de pequenos grupos, que sempre existiram mas talvez n\u00e3o tenham existido com a carga negativa de falar mal, twittar algo, fazer um podcast crivando algu\u00e9m.  Pff\u2026 lament\u00e1vel.  O melhor para mim s\u00e3o os novos amigos: Juan Diego Mar\u00edn e Patricia D\u00edaz Arcos.  S\u00e3o dois poetas absolutos, fant\u00e1sticos e com grande potencial. <strong><br \/><\/strong><\/p>\n<h3>Recomenda\u00e7\u00f5es, hobbies, influ\u00eancias<\/h3>\n<p><strong>P: Hobby ou hobbies que voc\u00ea tem ao escrever.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Coloque-me no fundo Estes Tonne.<\/p>\n<p><strong>P: Refer\u00eancias por escrito.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Manuel Francisco Reina, \u00c1lvaro Garc\u00eda, Antonio Cabrera e Carlos Marzal.<\/p>\n<p><strong>Q: Uma palavra que voc\u00ea ama.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Poesia.<\/p>\n<p><strong>P: Uma palavra que voc\u00ea odeia.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Dor.<\/p>\n<p><strong>Q: Um que te assusta.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A:<\/strong> Futuro.<\/p>\n<p><strong>P: Um verso que te acompanha.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong><em>Infinito \u00e9 tempo na pele&#8230;<\/em><\/p>\n<p><strong>P: A literatura \u00e9 essencial porque&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Nos faz criar fantasias e realiz\u00e1-las.<\/p>\n<p><strong>P: Uma obra que voc\u00ea gostaria de ter escrito.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong><em>quatro quadras<\/em>de Eliot T. S.<\/p>\n<p><strong>P: Um autor ou autor com quem voc\u00ea sairia para beber. <\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>Miguel de Cervantes.<\/p>\n<p><strong>P: Um pr\u00eamio que voc\u00ea gostaria de ganhar.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong>A Liga dos Campe\u00f5es com o M\u00e1laga.<\/p>\n<p><strong>P: Uma recomenda\u00e7\u00e3o para quem l\u00ea esta entrevista.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A: <\/strong><em>Os ningu\u00e9ns<\/em>por William Gonz\u00e1lez Guevara.<\/p>\n<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>P: Od najm\u0142odszych lat interesowa\u0142e\u015b si\u0119 literatur\u0105 i rysunkiem, ale dopiero w wieku 20 lat zacz\u0105\u0142e\u015b pisa\u0107\u2026 <\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":1171,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"https:\/\/i0.wp.com\/elgeneracionalpost.com\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Diaz-Mola-Imagen.jpg?fit=1188,720&ssl=1","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[35],"tags":[],"class_list":["post-1170","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cultura-e-lazer","latest_post"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - 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